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Porque usar um modelo de doenças

 

O Meteobot® ajuda a combater as doenças de plantas. Os dados meteorológicos do seu campo ou pomar podem entrar automaticamente em modelos digitais, por onde pode obter previsões de risco de doenças para a respetiva cultura.

Os modelos usados pelo Meteobot® são dinâmicos e podem monitorar não apenas as condições climáticas correntes, mas também as contaminações existentes, acumuladas em resultado dos eventos infeciosos passados. No entanto, sob as mesmas condições climáticas, mas com diferentes níveis de infelção potencial, o risco previsto pelos modelos é diferente. Os modelos precisos mostram que nem sempre a presença de chuva significa a existência de uma infeção, ou que a grande quantidade de chuva leva a uma infeção grave.

Como funcionam os modelos?

Os modelos proporcionam previsões de doenças e pragas tomando em consideração as condições que favorizam a ocorrência e a evolução de doenças. Os modelos incluem regras e algoritmos resultantes de múltiplos experimentos de campo e pesquisas científicas. Essas regras e algoritmos levam em conta a chuva, a temperatura, a umidade do ar, a umidade das folhas, a luz do sol, etc. Os dados são obtidos diretamente da estação meteorológica e com base neles são calculadas automaticamente a previsão do momento estimado e a intensidade da próxima infeção.

Como sabemos, as doenças fúngicas, por exemplo, desenvolvem-se a uma certa humidade e calor. Na prática, no entanto, as condições e dependências entre as doenças e insetos resultam com frequência muito mais complicadas do que supomos. Mesmo conhecendo-os, só podemos usá-los totalmente, caso os dados meteorológicos sejam recebidos a cada hora ou meia hora e processados automaticamente por um computador.

Além dos dados meteorológicos, vários outros fatores são tomados em consideração. Por exemplo nos modelos de trigo e cevada há informações integradas sobre o desenvolvimento fenológico das plantas e o risco de extração. Leva-se em conta o fato de que diferentes variedades são de forma diferente resistentes à doença. Conta também o tipo de cultura previamente semeada no campo, o tipo de fertilização aplicada, etc. Em outros modelos, como os de maçã, é indicado o efeito dos produtos fitofarmacêuticos sobre um determinado agente patogénico. Tudo isso torna a previsão da doença a mais precisa possível.

As informações integradas nos modelos foram verificadas muitas vezes através de ensaios de campo em vários países pelo mundo inteiro e na Bulgária. Antes de serem aplicados na prática, os modelos foram testados em diferentes áreas e situações climáticas, com diferentes pressões infeciosas. Alguns dos modelos, como o do pedrado da macieira, foram criados nos finais dos anos 90 do século passado e, desde então, foram validados em vários continentes. Os modelos de trigo e cevada baseiam-se em pesquisas científicas e ensaios de campo desde 1997. Outros são mais recentes e foram introduzidos na prática depois de obtidos os respetivos resultados bem comprovados. Na Bulgária, a Universidade Agrária de Plovdiv está a trabalhar para a validação e adaptação dos modelos de previsão às condições búlgaras a partir de 2011.

Com base em todos esses recursos, os modelos proporcionam uma previsão dinâmica das condições climáticas e o grau do risco de infeção.

O objetivo é um – pulverizar apenas quando e com o que for necessário.

Porque usar um modelo de doença?

Os produtores de grãos economizam em média, 23 euros/hectare de fungicidas e combustível. Dum campo de 500 hectare de trigo, pode economizar 11,500 euros por ano.

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RETORNO SOBRE INVESTIMENTO

* Os dados históricos são necessários para que o modelo funcione corretamente, mesmo se a estação for instalada após a data de sementeira ou após o início da temporada agrícola.

Como, na prática, ajudam os modelos?

  • Pulverize apenas se e quando for necessário. É uma prática comum pulverizar “seguindo um calendário”, i.e. de acordo com o tempo de ação eficaz da preparação. Por exemplo, se o efeito protetor de um produto é de duas semanas, os agricultores costumam pulverizar a cada duas semanas. Já não é preciso fazer isso! Graças aos modelos, pode pulverizar se e quando houver um risco efetivo de infeção. O mais eficaz é pulverizar antes ou imediatamente após a infeção e antes da doença – quando o agente causador é mais vulnerável e o efeito do produto é mais forte.
  • Pode escolher o produto mais adequado. Já pode deixar de pulverizar “às cegas” e “prevenção em qualquer caso”. Os modelos levam em consideração a respetiva situação individual e fornecem uma estimativa do risco da doença específica que está a ameaçar as suas plantas. Desta forma, pode reduzir ou diversificar o uso de preparações de amplo espectro. Em vez disso, pode usar o produto adequado que terá a eficácia mais apropriada – preventiva ou curativa – no seu caso concreto.
  • Prevenção das resistências. Quando um produto é usado com muita frequência contra certos agentes, é normal que ao longo do tempo estes se tornem resistentes. Tal situação pode acontecer, por exemplo, com os fungicidas sistêmicos (tratamento) ou produtos de amplo espectro. A resistência desenvolve-se também quando a pulverização se faz “seguindo um calendário”. Se a infeção aconteceu no final do período de ação da preparação, quando o seu efeito protetor for mais fraco, alguns dos agentes causadores podem sobreviver. Os micro-organismos sobreviventes podem tornar-se mais resistentes à preparação nas pulverizações subsequentes. Para evitar a resistência, use os modelos de doenças para reduzir o uso de alguns pesticidas ou alterná-los com outros. Deste modo terá um «trunfo» que poderá usar quando for realmente necessário. Além disso, se a pulverização se der no momento certo, a probabilidade de sobreviverem agentes causadores resistentes torna-se mínima.
  • Facilite o trabalho nos períodos de maior pressão. A previsão de doenças dá maior segurança, especialmente durante a primavera, quando o pessoal e as máquinas agrícolas encontram-se carregados com muitas atividades (adubar, semear, tratar com herbicidas, etc.). Se não houver risco significativo naquele momento, poderá adiar a pulverização com alguns dias a fim de poder concluir o trabalho de importância maior.
  • Proteção integrada de plantas. Os modelos ajudam a usar as mais apropriadas preparações e pulverizar tanto quanto é preciso para reduzir o risco abaixo do limiar prejudicial.
  • Produção orgânica. Quando a pulverização se faz a tempo, podem ser usados ​​fungicidas permitidos e evitar o uso de preparações proibidas.
  • Uso mais amplo de produtos de contato ou genéricas. Uma previsão oportuna permite a usar mais produtos de contato (em vez de curativos), especialmente para as culturas permanentes. Deste modo, a probabilidade de resistência e as quantidades residuais de pesticidas na produção agrícola fica reduzida. Além disso, quando se sabe qual o risco na sua situação particular, pode usar mais amplamente os produtos genéricos para proteger as plantas.

Se quiser ter uma consulta individual sobre o uso dos modelos na sua quinta, entre em contato connosco através do tlm.: 0896 95 96 28 ou por e-mail: info@meteobot.com.